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Arquivo: bioplus

Dietas de baixo teor calórico retardam o envelhecimento

Adicionado em 13/04/2015 em Notícias Deixe um comentário


Estudos têm vindo a comprovar os benefícios do jejum e de dietas com restrições calóricas
no retardar do envelhecimento e até mesmo no combate às doenças do cérebro, como a doença de Alzheimer. Já se sabia que jejuar ou fazer uma dieta de baixas calorias (ex:alimentos com menos gorduras) mas sem se prescindir de nutrientes promove a autofagia neuronal, que é um processo de limpeza das “células envelhecidas” no cérebro. Este processo é essencial para o bom funcionamento cerebral. Estudos de laboratório com ratos revelaram que o jejum intermitente e restrição de calorias na alimentação dos ratos causavam benefícios cognitivos e comportamentais. Contudo até agora desconhecia-se os mecanismos que estavam envolvidos nesses benefícios. Uma equipa de investigadoras portuguesas descobriu recentemente que a chave explicativa está no Hipotálamo, região do cérebro que tem um papel fundamental no
envelhecimento de todo o corpo, pois é nessa região que é produzida uma molécula chamada neuropeptídeo Y (NPY) que estimula a tal “reciclagem das células”. As autoras verificaram que quando se reduz aalimentação ingestão de calorias esse neuropéptideo Y aumenta e faz com que as células regenerem com mais eficiência atrasando o envelhecimento.

Esta descoberta irá permitir que se desenvolvam intervenções com base no NPY em busca de soluções para combater o envelhecimento e a deterioração relacionada com a idade.

Qualidade de Vida

Aducanumab – a mais recente esperança terapêutica para Alzheimer

Adicionado em 06/04/2015 em Notícias Deixe um comentário

adpd2017

Na recente conferência Internacional de Doença de Alzheimer, Parkinson e Doenças Neurológicas Associadas realizada em Nice foi divulgado um novo fármaco chamado Aducanumab que teve bons resultados no tratamento de doentes de Alzheimer em fase inicial da doença. No estudo participaram 166 pessoas com diagnóstico de Alzheimer que foram divididos em 5 grupos. Um dos grupos recebeu um placebo e os outros quatro grupos receberam respetivamente 1mg, 3mg, 6mg e 10 mg do Aducanumab em doses de acordo com o peso da pessoa. Os resultados do estudo comprovaram que em 6 meses de tratamento houve uma redução das placas de beta-amilóide (proteína prejudicial para o cérebro). Após um ano de tratamento essa queda da beta-amilóide foi ainda mais acentuada nas pessoas que tomaram 3, 6 e 10 mg do medicamento. Quanto ao grupo medicado com apenas 1mg não apresentou melhorias. Para além dos investigadores analisarem a redução da beta-amilóide também avaliaram os efeitos do medicamento no estado cognitivo dos pacientes e verificaram que após um ano, os pacientes que tomaram o Aducanumab tiveram menos perdas cognitivas comparativamente com o grupo que não recebeu o tratamento.

A farmacêutica responsável pelo desenvolvimento do Aducanumab está a entrar nas fases finais do estudo e está bastante otimista.

Demência

Método com ultrassons inspira cientistas na descoberta de tratamento de Alzheimer

Adicionado em 02/03/2015 em Notícias Deixe um comentário

hippocampusPesquisadores testam nova técnica de microbolhas com ultrassons em ratos com sintomas idênticos aos da doença de alzheimer como forma de tratamento de doenças do cérebro.

Uma das dificuldades de tratamento das doenças do cérebro é a dificuldade dos medicamentos atravessarem a barreira hemato-encefálica do cérebro.

Estes cientistas desenvolveram uma técnica que permitisse os fármacos furarem essa barreira. Essa técnica envolve a injecção de microbolhas (feitas de gorduras e de gás) na corrente sanguínea e a aplicação de um ultrassom focalizado para essas bolhas se expandirem e contrairem. Este movimento nas bolhas faz com que as células que formam a barreira se separem temporariamente, o que permite que os fármacos cheguem ao cérebro.

Este estudo utilizou esta técnica conjuntamente com ressonâncias magnéticas em ratos e verificou que a barreira do cérebro abriu temporariamente e permitiu que os medicamentos entrassem de forma mais eficaz no cérebro, nomeadamente numa zona chamada hipocampo que é responsável pela memória. Nos ratos que tinham Alzheimer este tratamento permitiu a redução de placas de proteínas tóxicas características da doença, conduzindo a melhorias na memória e aprendizagem espacial dos ratos doentes.

Para além disto, os pesquisadores detetaram que esta abordagem aumentou o número de novos neurónios.

Estes resultados irão abrir portas para o desenvolvimento deste método e como adequa-lo de forma segura para tratamento em humanos.

Demência

Molécula Humana desacelera processo de Alzheimer

Adicionado em 24/02/2015 em Notícias Deixe um comentário

Cientistas descobriram uma molécula humana chamada Brichos que inibe uma das etapas do processo da Doença de Alzheimer. Já se sabe que a doença provoca a morte de células no cérebro, tal acontece através da acumulação de proteínas que funcionam mal e são tóxicas para o cérebro.beta-amiloide

Ora, esta molécula vai pegar-se a essa proteína que se chama beta-amiloide e vai impedindo que esta entre em contacto com outras proteínas defeituosas evitando a formação de grupos cada vez maiores e mais perigosos para o cérebro. O estudo demonstra que a ação da molécula Brichos ao evitar esse processo de aglomeração, quebra um ciclo da doença. Os investigadores consideram que substâncias que tenham o mesmo efeito desta molécula poderão tornar a progressão da doença de Alzheimer mais lenta e menos devastadora para o cérebro.

Esta descoberta poderá ser um ponto de partida para um tratamento futuro.

Demência

Défice de vitamina B12 prejudicial para o cérebro

Adicionado em 27/01/2015 em Alzheimer Deixe um comentário

Somos aquilo que comemos. Esta frase já é antiga mas o seu sentido continua extremamente pertinente enquanto alerta para a importância que a alimentação tem na nossa saúde. Recentemente a alimentação saudável e rica em determinadas vitaminas tem sido apontada como tendo um papel protetor na saúde do cérebro.

Estudos têm evidenciado que níveis baixos de vitamina B12 estão associados a uma maior probabilidade de desenvolvimento de problemas cognitivos como perda de memória. Está comprovado que a capacidade do nosso organismo absorver vitamina B12 dos alimentos diminui na vida adulta, o que poderá contribuir anos mais tarde para a degeneração cerebral. Uma investigação publicada na revista científica Neurology descobriu que défices de vitamina B12 podem causar problemas cognitivos porque o volume cerebral encolhe. O estudo analisou mais d
e cem indivíduos entre os 61 e os 87 anos, constatou através de exames ao sangue e de imagem ao cérebro que num período de cinco anos os participantes com níveis baixos da vitamina revelaram uma redução da massa cerebral seis vezes superior aos que apresentavam níveis mais elevados dessa vitamina. Os cientistas defendem que a falta de vitamina B12 causa destruição das células cerebrais, pois a mielina que reveste e protege as células nervosas rompe deixando-as expostas. Tudo isto tem implicações na atrofia cerebral e  num aumento do risco de Doença de b12Alzheimer.

A vitamina B12 está presente em alimentos como peixes, ovos, lacticínios, grãos, cereais, alguns tipos de carne de órgãos (fígado, rins, coração) e ainda em

suplementos. A dose diária recomendada é de 2,0 mg para adultos. A ingestão de suplementos como a vitamina B12 tem um papel benéfico para  a saúde do cérebro, protegendo-o de doenças neurológicas como a Doença de Alzheimer.

Demência Qualidade de Vida

Propriedades do café são mais-valia para o cérebro

Adicionado em 17/12/2014 em Notícias Deixe um comentário

caféA cafeína presente no café trás vários benefícios ao nosso organismo. Agora um estudo vem comprovar que a cafeína não só é benéfica para atrasar a perda de capacidades relacionada com a idade como ajuda a prevenir e até a reduzir o avanço da doença de Alzheimer.

Os cientistas usaram um medicamento parecido à cafeína que durante 1 a 2 meses deram a animais com lesões no cérebro iguais às da Doença de Alzheimer e verificaram várias melhorias. O fármaco – chamado MSX-3 conseguiu aumentar a memória, diminuir os sinais de inflamação no cérebro dos animais e diminuir a acumulação das proteínas que matam as células nervosas do cérebro. Um dos objetivos desta investigação era testar o efeito do MSX-3 numa situação mais avançada da doença e comprovaram que o fármaco trazia benefícios.

É de salientar que esta não é a cura para o Alzheimer mas uma ajuda para amenizar os efeitos nefastos da doença no cérebro.

Demência

Investigadores portugueses estudam nova abordagem terapêutica para Alzheimer

Adicionado em 15/12/2014 em Notícias Deixe um comentário

laboratorioProjeto português premiado pela Fundação Gulbenkian está a estudar novas formas de diagnosticar e tratar a Doença de Alzheimer. Através de experiências com ratos com Alzheimer os pesquisadores detetaram que muito antes dos sintomas característicos da doença aparecerem, já ocorriam determinadas falhas no interior das células cerebrais que prejudicavam o bom funcionamento do cérebro. Eram nada mais nada menos que falhas na produção de energia nos neurónios, mais especificamente numa parte chamada mitocôndria. Esse défice energético faz com que a comunicação entre os neurónios fique afetada. Com o avançar da idade mais e mais células vão sendo atingidas. E ao mesmo tempo as capacidades vão sendo cada vez mais afetadas, levando aos sintomas característicos da doença de Alzheimer.

Tendo em conta esta nova descoberta os investigadores já estão a desenhar novas formas terapêuticas como o recurso aos nano materiais para restaurar a energia das células.

Para além deste achado, os pesquisadores avançam que a Doença de Alzheimer não se manifesta apenas no cérebro mas também por todo o corpo, principalmente na sua musculatura. Desta feita, um exame à massa corporal dos doentes é mais uma via para o diagnóstico das diferentes etapas da doença.

Esta investigação está a ser desenvolvida pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e é mais um importante contributo na compreensão desta doença.

Demência
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